• Pacatuba, 15/04/2026
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Reajuste de medicamentos deve ficar em 1,95% a partir de abril

Projeção do Sindusfarma aponta variação entre 1,13% e 3,81%; correção atinge cerca de 13 mil produtos e passa a valer no início de abril, mas repasse ao consumidor pode ser gradual.


Reajuste de medicamentos deve ficar em 1,95% a partir de abril Foto: Reprodução
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O preço dos medicamentos no Brasil pode sofrer um novo reajuste a partir do início de abril, impactando cerca de 13 mil produtos em todo o país. Apesar da estimativa já divulgada, o índice definitivo ainda depende da autorização do Governo Federal, responsável por regulamentar os aumentos no setor farmacêutico.

Mesmo com a previsão de correção, o impacto no bolso do consumidor não será imediato nem uniforme. De acordo com o Sindusfarma, o repasse dos novos valores depende de uma série de fatores que variam de acordo com o mercado.

Entre os principais pontos estão a concorrência entre fabricantes e a disponibilidade de medicamentos com o mesmo princípio ativo. Esses fatores podem segurar os preços nas prateleiras, fazendo com que o reajuste demore semanas ou até meses para chegar ao consumidor final — ou, em alguns casos, nem seja aplicado.

O presidente executivo do Sindusfarma, Nelson Mussolini, orienta que a população fique atenta e pesquise antes de comprar.

“É importante comparar os preços entre farmácias e drogarias. Dependendo da reposição de estoques e das estratégias comerciais, esses aumentos podem não ocorrer de imediato”, destacou.






A recomendação é que o consumidor mantenha atenção redobrada neste período, buscando alternativas mais acessíveis e evitando compras por impulso, especialmente em casos de uso contínuo.

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